E como não lembrar das tardes infindáveis que passavamos sobre seu galhos generosos...
daquele frio na barriga que o medo de cair proporcionava, entre sensações e sentimentos...
de poder explorar até o mais alto que conseguíamos chegar, entremeio a estrutura rígida feito concreto, de coloração pincelada pela natureza...
Ainda está lá, com sua juventude centenária, para as novas gerações que virão...
Imponente, sóbrio e belo, Plátano!
domingo, 25 de janeiro de 2009
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